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Sustentabilidade e Responsabilidade Social devem ser prioridade

18/07/2017 em Noticias
Primeira reunião do Comitê de Sustentabilidade discutiu desafios e definiu estratégias de ação
Vandré Brilhante (CIEDS), Thamilla Talarico (FIRJAN) e Renata Chagas (Vice-Presidente do Comitê de Sustentabilidade da AmCham Rio)
Resultado da fusão dos Comitês de Meio Ambiente e de Responsabilidade Social Empresarial, o novo Comitê de Sustentabilidade, liderado por Silvina Ramal (sócia da ID Projetos Educacionais) e Renata Chagas (gerente de Comunicação e Sustentabilidade da Prudential do Brasil), que também conta com um grupo de estudos sobre Licenciamento Ambiental, liderado por Luiz Gustavo Bezerra, (sócio do Mattos Filho Advogados), teve sua primeira reunião realizada na última quarta, 12 de julho. Na ocasião, começaram a ser definidos os assuntos prioritários a serem discutidos pelo grupo, além de um debate entre os membros sobre os principais obstáculos e desafios para a implementação de uma estratégia sustentável nas empresas. O encontro contou com a presença de Vandré Brilhante, diretor-presidente do CIEDS (Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável), e Thamilla Talarico, especialista em indústria criativa da FIRJAN.

’’Onde temos que focar? Educação? Saúde? temos que integrar projetos sociais a políticas públicas e ações de responsabilidade social". Na opinião de Vandré Brilhante esse é o desafio. Ele reconhece, no entanto, a existência de obstáculos, na maioria das vezes. ‘’O que temos visto são ações de curto prazo, voltadas para marketing, ou um compromisso financeiro frágil. No primeiro corte de orçamento, se diminuem os investimentos na área de responsabilidade social’’.

A causa desse problema é justamente a falta de conscientização acerca da importância de manter a sustentabilidade como uma das prioridades, tanto do poder público quanto da própria iniciativa privada. A solução seria, portanto, trabalhar o engajamento. No caso das empresas, por exemplo, ele pode começar a ser construído a partir de debates sobre o tema. ‘’É preciso demonstrar que a sustentabilidade é uma diretriz, é uma estratégia da empresa, não uma aba separada, e precisa estar no processo de governança [...] Não dá mais para ser amador com responsabilidade social. Isso destrói ou constrói uma marca’’, completou Brilhante.

Lembrada por Thamilla, uma outra forma de começar a construir o engajamento, principalmente quando ainda não há uma estratégia de sustentabilidade definida na empresa, seria a colaboração em crowdfundings, tipo de financiamento coletivo muito usado em projetos sociais. Porém, segundo ela, a medida ainda é pouco considerada nas companhias. ‘’São projetos que já têm toda a organização por trás, já existe um grupo de pessoas que vai cuidar daquilo, e só precisam da colaboração de alguém. A gente não vê tanto empresas ou pessoas jurídicas fazendo esse aporte, são mais pessoas físicas. Eu acho que talvez as empresas não tenham adotado porque em geral não há tanta visibilidade’’.

Por fim, a colaboração entre empresas foi definida pelo grupo como um passo importante que pode trazer mudanças maiores: ‘’podemos recortar para a cidade do Rio tudo que estamos falando aqui. Temos que aproveitar a influência que temos no Rio de Janeiro e transformar em um ponto, para trabalhar em cima dele e fazer uma transformação no Estado’’, afirmou Nadia Stanzig, gerente executiva da AmCham Rio.

Confira as fotos do evento: http://bit.ly/2uDZ5gt
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